
A Casa Robie foi desenhada enquanto o arquiteto vivia e trabalhava na sua casa e estúdio
Frank Lloyd Wright construiu esta casa em um município que era próspero na época e próxima à universidade de Chicago. A sintonia entre o arquiteto e o cliente foi completa e a obra custou mil dólares a menos do que o previsto.
A construção começou em Março de 1909 e foi entregue em Junho de
Em 1963 foi doada pela firma à Universidade de Chicago e designada como marco histórico nacional.
Em
As Casas da Pradaria atingiram o auge com a Casa Robie, que se situa na cidade. Ali, a pradaria estava de fato dentro de casa - era parte da filosofia arquitetônica.
A casa exige um pessoal de serviço (leia-se empregados): perceba que no hall de entrada se tem acesso apenas pela garagem, o que implica que as visitas e os convidados tenham que chegar obrigatoriamente com carro e motorista.
Na casa Robie, Wright fugiu dos grandes halls de entrada e dos espaços agrupados que se tinha o costume de usar
No sistema construtivo, se destacam as paredes da obra visíveis, o detalhe da pedra natural nas próprias paredes e a cobertura com pouca inclinação cuja estrutura complexa permite grandes vãos.
O primeiro pavimento é uma composição linear que junta a sala de estar com a sala de jantar, apesar separá-las com uma lareira e uma escada que integram um elemento estrutural bem maciço. O baixo pé direito existente na área logo ao lado da faixa continua de janelas influi na composição da planta, porém essa dimensão aumenta no centro da sala de estar, estabelecendo uma hierarquia diferente ao longo do volume.
O interior reflete, sem interferência, a horizontalidade da cobertura. Quatro vigas de aço soldadas e longitudinais, com cerca de
“A gente mora no campo. O campo tem uma beleza bem característica. A gente deve reconhecer e acentuar essa beleza natural, sua extensão tranqüila. Logo, os telhados com inclinação leve, as pequenas proporções, as silhuetas leves, as chaminés maciças, os beirais protetores, os terraços baixos e as paredes externar adiantadas que limitam os pequenos jardins.” (Frank Lloyd Wright)




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